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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Titanic: Simulações do Naufrágio


Seja bem vindo ao TITANIC EM FOCO

O modo pelo qual o Titanic afundou é bastante conhecido de maneira geral, porém há mais mistérios no processo do naufrágio do Titanic do que se pode imaginar. Durante as últimas décadas, especialmente depois de que o navio fora descoberto a quase 4 KM de profundidade pelo explorador Robert Ballard em setembro de 1985, as teorias de como se deu o naufrágio se multiplicam com o passar dos anos, estando presentes nas pesquisas científicas e históricas, documentários, filmes e também na Internet.

Da tragédia ocorrida entre a noite de 14 e a madrugada de 15 de abril de 1912, ainda restam perguntas não respondidas à contento:

Qual era o tamanho exato do iceberg?
Quais foram os reais danos causados no casco?
O navio inclinou-se quantos graus antes de quebrar-se?
De que modo exato o navio se partiu ao meio?

Estas e outras perguntas ainda continuam com respostas especulativas, visto que para nenhuma delas há uma resposta factual e conclusiva, o que deixa espaço aberto para que as novas pesquisas sejam feitas e para que novas evidências sejam apontadas, encaminhando a história para um esclarecimento mais preciso.

Abaixo seguem as simulações em Computação Gráfica (CG) que estiveram presentes em filmes, documentários e na Internet nas últimas décadas.

ACOMPANHE
Teoria 1: Esta teoria é a mais recente de todas, foi formulada por uma junta de especialistas reunida e liderada pelo cineasta James Cameron (de Titanic e Avatar) e apresentada no documentário "Titanic: The Final Word With James Cameron", divulgado em abril de 2012. A simulação gráfica foi elaborada após grande levantamento focado no mais recente mapa fotográfico completo dos destroços do Titanic divulgado em março de 2012, e nos depoimentos cedidos pelos sobreviventes da catástrofe.

Destaques deste estudo


1. Pode-se notar que o 1º Oficial William McMaster Murdoch ordenou rapidamente para o timoneiro Robert Hichens para que executasse uma manobra com intuito de contornar o iceberg, evitando a colisão das hélices com o bloco de gelo / 2. Durante o naufrágio o Titanic inclinou-se cerca de 9 graus para bombordo, causando a queda da chaminé frontal para o lado esquerdo, sobre a asa da ponte de comando / 3. A ruptura do navio deu-se logo à frente da chaminé nº 03; e não entre a nº 3 e a nº 4, como antes se pensava / 4. A inclinação vertical da popa ocorreu em um ângulo ligeiramente menor do que antes se acreditava. A popa então executou meio giro ao redor do si antes de desaparecer sobre as ondas / 5. A proa se desprendeu da secção da popa e desceu em posição inclinada até o fundo do oceano, endireitando-se levemente antes de colidir com o leito marinho / 6. A popa sofreu uma explosão durante o início do mergulho e perdeu boa parte dos aparatos e parte do casco, arrancados pelo fluxo de água, chegando ao fundo do oceano depois da parte frontal do navio / 7. Enquanto a secção da proa desceu em queda livre quase na posição correta, a popa sofreu um contínuo processo de giro, lançando milhares de peças, secções estruturais e artefatos ao fundo do mar / 8. Ambas as secções, proa e popa, receberam uma potente onda de choque ao chegar ao fundo, provocada pela enorme fluxo de água deslocada durante a queda de pouco mais de 3.800 metros.

Teoria 2: Esta simulação foi apresentada como parte do documentário "Titanic at 100: Mystery Solved", que foi ao ar em 2012 pelo Canal History Channel.



Teoria 3: Esta teoria foi formulada após intensa pesquisa IN LOCO (no local do naufrágio) e apresentada no documentário "Titanic, Final Moments: Missing Pieces" de 2006



Teoria 4: Versão revisada e atualizada da simulação apresentada no início do filme "Titanic" de 1997. Esta simulação foi divulgada no documentário "Last Mysteries of Titanic" de 2005.



Teoria 5: Reconstituição do naufrágio apresentada no início do filme "Titanic" de 1997.



Teoria 6: Teoria formulada através de pesquisa no local do naufrágio e apresentada no documentário "Titanic: Anatomy of a Disaster" de 1997.
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Vídeos não oficiais

As reconstituições abaixo foram feitas por fãs e fontes não oficiais, portanto incorporam visões particulares de cada autor, ou seja, carregam detalhes e visões pessoais, servindo apenas como vídeos ilustrativos e livres de compromisso histórico preciso. Ao contrário das versões oficiais, estas versões não têm por base de pesquisa a visita direta aos escombros do navio.











Crédito

Pesquisa e edição - Rodrigo, TITANIC EM FOCO